O psiquiatra de um hospital universitário sente-se perseguido por um
jovem paciente. O sentimento de perseguição aumenta a cada dia e passa a
ser vivido por outras pessoas ligadas ao médico. Misteriosamente, o
paciente desaparece e, depois de alguns meses, é dado como morto. A essa morte seguem-se outras, sem que se possa determinar quem está
sendo perseguido e quem é o perseguidor. Tampouco é possível concluir
com clareza se as pessoas morreram de morte natural ou se foram
assassinadas. Em meio a essa trama, o delegado Espinosa tenta separar o que é real do
que é fantasia, tendo como guia apenas a convicção de que a morte não é
um delírio. Fonte: Companhia das Letras.
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