quarta-feira, 2 de novembro de 2011

E do meio do mundo prostituto só amores guardei ao meu charuto, de Rubem Fonseca.

O criminalista Mandrake retorna em uma trama de isolamento e depravação costurada por relatos do escritor Gustavo Flávio, um ávido e notório colecionador de mulheres ― que, desta vez, aparecem mortas, assassinadas, assim que fotos de cada uma delas são recebidas em envelopes anônimos. E do meio do mundo prostituto só amores guardei ao meu charuto, 1997, é um dos melhores exemplos da singular combinação de crueza e erudição que marca a obra de Rubem Fonseca. Precursor da moderna literatura urbana brasileira, o autor faz com que uma breve novela de estrutura detetivesca possa ser lida como um elaborado e sempre prazeroso ensaio sobre a arte do texto. Fonte: Ediouro.

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