O criminalista
Mandrake retorna em uma trama de isolamento e depravação costurada por
relatos do escritor Gustavo Flávio, um ávido e notório colecionador de
mulheres ― que, desta vez, aparecem mortas, assassinadas, assim que
fotos de cada uma delas são recebidas em envelopes anônimos. E do meio do mundo prostituto só amores guardei ao meu charuto, 1997,
é um dos melhores exemplos da singular combinação de crueza e erudição
que marca a obra de Rubem Fonseca. Precursor da moderna literatura
urbana brasileira, o autor faz com que uma breve novela de estrutura
detetivesca possa ser lida como um elaborado e sempre prazeroso ensaio
sobre a arte do texto. Fonte: Ediouro.
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