Este é um livro de crônicas divertidas e surpreendentes com fatos que
apesar de singulares em sua narrativa poderiam acontecer na vida de
qualquer um. Trás algumas das melhores histórias que podem ser lidas de
forma aleatória, tendo destaque: "A metarmofose", que conta a história
de uma barata que um dia se transforma em uma mulher. nessa
transformação o livro faz uma brincadeira, uma comparação. “Armadilha”, que deu à luz Ed Mort, abre o livro com a famosa
apresentação: “Meu nome é Mort. Ed Mort”. A seguir, dentro da seleção
de crônicas publicadas em “Playboy”, “Zero Hora”, “Folha da Manhã” e
“Jornal do Brasil”, estão duas que se tornariam clássicas: “As noivas do
Grajaú” e “Uma surpresa para Daphne”. Ed Mort é uma paródia dos detetives das histórias norte-americanas de detetives, principalmente as de Dashiell Hammett e Raymond Chandler. É um detetive
particular trapalhão sem dinheiro, que se mete em todo o tipo
de encrencas. Ele divide seu espaço - um escritório em Copacabana, que
ele chama apenas de "escri" porque é muito pequeno - com 117 baratas e um rato albino chamado Voltaire. Suas histórias estão compiladas nos livros Ed Mort e outras histórias (1979) e Sexo na cabeça (1980), publicados pela L&PM. O personagem também foi adaptado para tiras diárias de quadrinhos desenhadas por Miguel Paiva, peça de teatro, especial de TV e para o cinema. Ed Mort foi publicado em tiras de jornal nos anos 1980, com texto de Veríssimo e desenhos de Miguel Paiva. As tiras eram seriadas e cada história completa foi lançada em compilações pela L&PM:
- Ed Mort em Procurando o Silva (1985)
- Ed Mort em Disneyworld Blues (1987)
- Ed Mort em Com a Mão no Milhão (1988)
- Ed Mort em Conexão Nazista (1989)
- Ed Mort em O Sequestro do Zagueiro Central (1990)
Em 1997, Ed Mort virou filme, dirigido por Alain Fresnot, com roteiro baseado no conto Procurando o Silva, o detetive. Paulo Betti dá vida ao detetive particular que é contratado por uma mulher misteriosa para
descobrir o paradeiro do seu marido, Silva, especialista em disfarces e
executivo das indústrias Delbono. Em 1993, a Rede Globo produziu um especial de fim de ano com Luis Fernando Guimarães no papel: Ed Mort: nunca houve uma mulher como Gilda. O personagem voltou a aparecer, mais uma vez interpretado por Luís Fernando Guimarães, no Programa de Auditório, em 1994. Além desses especiais, um curta metragem produzido pelo Centro de Produção de Televisão e Vídeo: o CPT. Em 1993 estreou no Rio uma adaptação de Procurando o Silva para teatro, com Nizo Neto como Ed. Adaptação e direção de Fernando Lyra Reis. Fonte: L&PM e http://pt.shvoong.com/books/1693139-ed-mort-outras-hist%C3%B3rias/#ixzz1ce0wMK00.
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